15 de agosto de 2010

A Origem (Inception)!

> O filme ‘A Origem’ conta a história de Don Cobb (Leonardo Di Caprio) que trabalha roubando segredos do subconciente das pessoas durante um tipo de ‘sono’ induzido, porém em meio a uma de suas missões ele falha e um ‘concorrente’ o contrata com o objetivo de, em vez de roubar, implantar um ‘pensamento’, para assim, a idéia se formar de maneira natural e o ocorrido passar despercebido de quem ‘sonhou’.
> Christopher Nolan (O Cavaleiro das Trevas) fica no comando do roteiro e da direção do longa e mantém-se no mesmo estilo de filmagem de seus últimos trabalhos, efeitos caprichados, edição de cenas impecável, e uma organização na sequências dos fatos que ele desenvolve como poucos; na verdade o único diretor que conseguiu trabalhar uma riqueza de detalhes com tamanha perfeição que me recordo foi Kubrick. O roteiro é muito bem desenvolvido e faz com que você ‘compre’ a idéia do filme desde a primeira cena. Os efeitos visuais são sutis e ao mesmo tempo deslumbrantes, os efeitos sonoros são bem impactantes e a incrível trilha sonora de Hans Zimmer consegue compor todas as intenções das cenas.
> A maioria dos filmes de aventura ou ação não precisam de um elenco bom ou de boas atuações, porém ‘A Origem’ está entre os poucos que têm um elenco que sem mostra relamente envolvido no projeto, Leonardo Di Caprio está com um de seus melhores personagens; Marion Cotillard é sempre delicada, intensa e ao mesmo tempo cativante; Ellen Page e Joseph Gordon-Levitt a pouco tempo eram promissores mas já conseguiram garantir seus lugares entre os ‘atores importantes’; o elenco também conta com Cillian Murphy, Ken Watanabe e Michael Caine.
> Antes de eu assistir algumas pessoas me disseram que o filme lembrava muito ‘Matrix’, mas isso não diminuiu minhas expectativas e me surpreendi com o resultado. Ao contrário de Matrix, ‘A Origem’ é um filme fácil de ser compreendido, requer apenas concentração dobrada, principalmente nos diálogos. ‘A Origem’ é sem dúvida um trabalho ambicioso, não sei se chega a ser um filme ‘revolucionário’(como foi dito por alguns), mas com certeza é um dos melhores do ano.

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