26 de abril de 2011

Eu Sou o Número Quatro (I Am Number Four)!

> Nove alienígenas, que apresentam forma física igual a dos humanos, partem para a Terra fugindo de seu planeta natal, Lorien. Os invasores e destruidores de Lorien são chamados de ‘mogadorians’ e também caçarão os sobreviventes aqui na Terra. Com o passar do tempo, cada um dos nove alienígenas conseguem desenvolver poderes diferentes uns dos outros, porém três deles acabam mortos. O jovem Número Quatro (Alex Pettyfer), sabendo da morte do terceiro, muda-se com seu ‘tutor’ Henri (Timothy Olyphant) para uma pequena cidade em Ohio, onde tentará se igualar aos outros jovens e não ser encontrado pelos ‘mogadorians’.
> Se já existiam bruxos, ‘vampiros e lobisomens’ adolescentes, por que não aliens adolescentes? Por mais que o filme seja baseado em um livro, a história é basicamente voltada para esta faixa etária; um ser não-humano que se apaixona por uma jovem humana, no caso a personagem é Sarah (vivida pela atriz Dianna Agron) e essa relação não será boa para nenhum dos dois. Porém, essa não é a trama principal do filme, o que o deixa menos piegas, e difere de outras produções que são voltados para o romance adolescente, já que 'Eu Sou o Número Quatro' pende mais para a aventura e algumas cenas de ação.
> O diretor do filme é D.J. Caruso que dirigiu filmes interessantes como 'Controle Absoluto' e 'Paranóia', além disso, conta também com a produção generosa de Michael Bay. O filme tem algumas boas cenas de ação e tem efeitos visuais dignos, mais um fator que o diferencia de certas produções adolescentes. Porém, ainda falando da história, o fraco do filme é que após algumas cenas e a apresentação da trama, fica fácil de saber como será sua resolução e não digo da história em geral, pois existe uma continuação literária e caso a produção consiga uma boa bilheteria, é possível que a versão cinematográfica também ganhe uma continuação.
> 'Eu Sou o Número Quatro'
não se define como um filme de ação, mas também não pode ser comparado com qualquer aventura adolescente. Torço para que o longa consiga um bom desempenho para que as produtoras dêem um sinal verde para a continuação, pois a história aparenta ter potencial para isso, e não há nada mais desagradável do que se investir em um filme com objetivo de franquia e não render nada logo no primeiro filme.

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