20 de dezembro de 2011

Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio (The Fast and The Furious: Tokyo Drift)!

> O adolescente problemático Sean Boswell (Lucas Black) está sempre se envolvendo com discussões e atritos em geral, mas o que mais preocupa sua mãe (Lynda Boyd) são as corridas ilegais em que ele se envolve. Sempre se mudando de cidades por causa de sua personalidade forte e sua índole, a única solução para Sean agora é se mudar para Tóquio e passar a viver com seu pai (Brian Goodman). Porém, também no Japão, o jovem vai descobrir que as corridas clandestinas estão mais próximas do que ele imaginava e que pode ser um grande competidor nos desafios ‘drift.’

> Os filmes ‘Velozes e Furiosos’ de fato precisavam de uma produção mais digna para as cenas de corrida que são, inegavelmente, os pontos mais altos dos filmes até então. E o terceiro filme conseguiu com êxito trazer esse amadurecimento nos efeitos e nas edições de cenas. Porém essa melhora veio com um decréscimo, sim, ainda possível, no enredo do filme. O elenco é até competente, a direção deixa as cenas-êxtase mais divertidas, mas toda a história e personagens criados já foram vistos em alguns outros filmes e adaptadas das mais diferentes maneiras possíveis. É a conhecida frase “o mais do mesmo”, não há ousadia.

> E quando os cenários dos Estados Unidos da América já não parecem ser suficientes para as corridas, porque não mudar para a caótica, colorida e agitada cidade de Tóquio? Penso que tudo o que aconteceu nesse filme foi com uma intenção, quase plena de certeza, de dar um rosto mais jovial à franquia e, com isso, faturar alguns punhados a mais. Mas, quem se importa? Os carros estão lá, as belas mulheres estão lá, mais carros estão e lá e no final é tudo - só - isso que conta. “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio” é um filme que poderia ter ido um pouco além, mas foi traído pelo comodismo.

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